sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Curso de Extensão: EDUCAÇÃO FÍSICA INCLUSIVA: Possibilidade para todos


No dia 18 de outubro, domingo, ministrarei o curso de EDUCAÇÃO FÍSICA INCLUSIVA, com o intuito de apresentar ferramentas e estratégias de ensino à suas aulas de educação física escolar.
O curso será dividido em duas partes, sendo a primeira parte teórica no período da manhã e a segunda parte prática no período da tarde, totalizando 8hs de curso.
Os temas abordados serão:
  • As características principais das deficiências sensoriais, motoras e intelectuais e as estratégias de ensino;
  • Melhores ferramentas para as adaptações e criação de atividades;
  • Experiências práticas de aulas de educação física inclusiva.
Local:
Nova Escola - Rua Palestina, 474 - Vila Mascote - São Paulo – SP
Domingo 18/10/2009
Das 8:00hs as 16:00hs

Investimento:
R$ 99,00 ou 2x R$ 55,00

Inscrições e maiores informações:

Aguardo vocês lá!

sábado, 5 de setembro de 2009

Novo Esporte Adaptado

video



O esporte 'hardcore sitting' nasceu como uma aposta boba entre amigos, um duvidou que o outro,cadeirante, descesse uma rampa em uma cadeira de rodas, e assim surgiu um novo esporte radical praticado por deficientes físicos, e está crescendo cada vez mais!

Confira no vídeo e se quiser tentar não esqueça da sua segurança!

Abração a todos...muita paz ae!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Esportes de Aventura Adaptados

video

"Porque o impossível é impossível até que passe a ser possível!"

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Prova dos 800mts T54

video

Vídeo da prova dos 800mts T54 do Circuíto da Caixa etapa São Paulo no dia 16 de maio de 2009.
A prova vencida pelo atleta Fernando Aranha (www.wheelers.com.br), e seu tempo garantiu índice para o Brasileiro.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Parceria em SP resulta em mapa em relevo para deficientes visuais

Um projeto desenvolvido pela Fundação Dorina Nowill para Cegos em parceria com o Complexo Educacional Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) pretende facilitar a vida dos deficientes visuais paulistanos. Na última semana foi lançado um mapa tátil com os principais pontos da região. Graças aos desenhos em relevo e às informações em código braile, os frequentadores da instituição conseguem identificar nele as ruas e os principais estabelecimentos do bairro, como hospitais, igrejas, restaurantes e a Estação Santa Cruz do Metrô.

Os dados da localidade também estão impressos em tinta, com alto contraste, para ajudar pessoas com pouca visão. Deficiente visual desde 2002, a professora Diana Ferreira Rocha de Oliveira testou e aprovou o mapa, que mede 1,2 m por 1,2 m. “Facilita muito, porque com ele temos uma boa noção da distância e sabemos onde estão os semáforos”, exemplifica. Ela mora em Caieiras, município da Região Metropolitana de São Paulo e uma vez por semana toma, sozinha, ônibus, trem e metrô para ser atendida pela Fundação Dorina Nowill.

Esse não é o único mapa para cegos da cidade. Há uma semana, o Metrô inaugurou um guia parecido, medindo 0,8 m por 0,8 m, na Estação Santa Cecília. “Queremos facilitar a circulação nos arredores da estação e auxiliar a compreensão do espaço urbano”, explica Maria Beatriz Barbosa, chefe do Departamento de Relacionamento com o Cliente da companhia. Ambos os projetos foram desenvolvidos em parceria com o Departamento de Arquitetura da FIAM/FAAM, que integra o complexo FMU.

Para a pedagoga especializada em deficiência visual Maria Glicélia Alves, professora de orientação e mobilidade da fundação, o mapa se transformou em uma útil ferramenta de trabalho. “É uma contribuição valiosa. Com ele, consigo trabalhar no concreto. As pessoas reconhecem as ruas e se orientam melhor”, explica. “O que a gente quer é a independência desse deficiente”, completa a diretora Ika.

Matéria no Portal da Educação Física 17/04/2009

Por Edison Veiga

segunda-feira, 23 de março de 2009

Reatech

Vai acontecer em São Paulo a VIII Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade.

De 2 a 5 de abril/2009 no Centro de Exposições Imigrantes.

Seminários e muita coisa boa por lá!!!

Mais informações no site www.reatech.tmp.br


Abraços

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Projeto de Natação Iniciação para Jovens Surdos

O projeto de iniciação para surdos faz parte do programa de extensão da Universidade Paulista-UNIP campus Chácara Santo Antônio, zona sul do Município de São Paulo. Segue abaixo a introdução do projeto que teve seu início no 2º semestre de 2008, e aguardando aprovação para retomar suas atividades.

Os graduandos em Educação Física possuem um desejo grande de colocar em prática aqueles conhecimentos teóricos que recebem em sala, que muitas vezes nunca poderão realmente vivenciar. Dentro da disciplina de Educação Física Adaptada, temos uma dificuldade natural nas aulas práticas com os alunos, o que dificulta a compreensão de situações que um dia poderão ser vivenciadas pelos futuros profissionais.

Por outro lado, temos uma população de jovens estudantes surdos da Escola Municipal Anne Sullivan, que fica nas proximidades do campus Chácara Santo Antonio da Unip, que não têm acesso a um programa de atividade física adequado e com os recursos necessários. Muitos dos alunos nunca tiveram experiência com piscina, por dificuldades financeiras ou falta de oportunidades para aprender a nadar.

Dessa forma, visando beneficiar os alunos surdos, bem como proporcionar experiências ímpares para os graduandos em Educação Física, desenvolvemos o projeto piloto de natação iniciação para jovens surdos, com 6 aulas, com duração de 120 minutos cada. Foram envolvidos cinco alunos do curso de educação física e 14 alunos surdos da Escola Anne Sullivan, sob a coordenação de um professor da instituição. Utilizamos um método lúdico com os jovens alunos para que estes vivenciassem e explorassem o “novo” ambiente, e ensinamos alguns recursos básicos de segurança, confiança, controle e locomoção no meio líquido. Para avaliar a evolução e desenvolvimento dos alunos, utilizamos a observação como ferramenta, tendo auxilio de filmagens e fotos dos alunos durante as aulas. Conseguimos perceber que a confiança e segurança dos alunos surdos no meio líquido, bem como a condição de ensinar dos alunos da Unip, tiveram melhoras significativas desde o início do projeto. Assim, acreditamos que com a continuidade e ampliação do projeto conseguiremos atender mais jovens surdos e dar oportunidade a outros alunos da universidade de vivenciar e por em prática os recursos teóricos aprendidos.